Coliseu, Museu do Vaticano (especial Capela Sistina)

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Resolvi abortar a missão de andar por Nápoles pela manhã. Chovia e senti preguiça. Fiquei no hotel atualizando a minha vida digital, entendendo o uso correto do meu passe de trem (não havia preenchido meu relatório de viagem entre Roma-Nápoles). Enfim, coisas burocráticas. Fiz o check-in e segui para a estação, direto para o trem que me levou de volta a Roma.
Agora sim! Ânimo renovado para uma cidade diferente. O hotel que tinha reserva, mais uma vez, foi uma bênção. Perto mesmo da Roma Termini. Mais simples que o hotel de Nápoles, mas ainda confortável.
Malas no quarto e rua! Sem o peso da mochila, voltei a Roma Termini para trocar meu voucher pelo Roma Pass e seguir ao Coliseu utilizando ônibus panorâmico. Como começou a chover, peguei o primeiro ônibus, sem me importar com a linha. Sendo assim, antes de ir ao Coliseu, passamos pelo Vaticano e outras atrações da cidade. Até que minha escolha foi boa, pois cheguei no Coliseu já sem chuva.
O Roma Pass é uma ferramenta muitíssimo útil para o turista. Vale a pena adquirir. Eu comprei pelo site na internet antes de sair do Brasil, mas é fácil de achar nas estações, balcões de informação ao turista, tabacarias ou bancas de jornal. Custa €30 tanto aqui quanto na internet.
Por que essa declaração de amor ao Roma Pass? Ele me salvou 2 vezes hoje! A primeira foi me dar acesso direto ao Coliseu. Uma fila gi-gan-tes-ca estava formada na porta e eu passei direto, VIP total. Aluguei um Audioguia e fui à luta. Os comentários não foram novidade pra quem já leu sobre ou viu filmes como Gladiator e Ben-Hur. Rodei todo o espaço em menos de 1 hora e voltei ao ônibus panorâmico para o Vaticano, pois tinha visita noturna ao Museu do Vaticano e não tinha a mínima idéia de onde trocaria meu ingresso e acharia o guia.
Depois de caminhar pela Praça São Pedro, fui ao balcão de informações ao turista e uma moça muito simpática me indicou o caminho do Museu. Como se anda nesse lugar, minha gente! Depois de uma boa caminhada, cheguei ao Museu. Peguei informações e fui almoçar. Às 18 horas, mas pra mim ainda era almoço. Comi um prato de “pasta” com uma “birra” e um delicioso “gellato”. Tudo por €18, levando em conta que estava num restaurante em frente ao Museu, o que me leva a crer que é mais caro.
A entrada no Museu do Vaticano foi muito organizada e imagino que com muito menos gente que durante o dia. Fiz a troca do meu voucher, comprei algumas lembranças e logo a guia chegou. Ela era muito simpática e super profissional. Como o grupo era pequeno, pode nos mostrar muitos detalhes durante o tour. Que aula de Arte eu tive! Tudo me encantou lá dentro e era como eu esperava.
A Capela Sistina foi o gran finale. Como antes de entrarmos a guia já havia explicado em detalhes o que íamos ver, o nosso trabalho foi só contemplar. Com espaço sobrando, imagino que não seja assim durante o horário normal do Museu, eu até me deitei no chão para contemplar melhor o teto fabuloso. Mas, não pude deixar de ter preferência pela parede com o Juízo Final. Perdi a conta do tempo que fiquei ali dentro.
Saí do Museu por volta de 22:30. Ainda tive pernas para ir a Praça São Pedro para fotografar a Basílica iluminada. Depois, voltei tudo até o metrô. Foi aí que o Roma Pass me salvou pela segunda vez, foi só passar pela roleta com ele e, enquanto isso, os turistas se debatiam nas máquinas automáticas de compra de bilhetes. Rapidinho cheguei ao hotel. Amanhã tem mais!

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